FORGOT YOUR DETAILS?

/ Publicado em Noticias

Em Lisboa, um conjunto de empresários, docentes académicos, profissionais liberais formalizaram num notário a criação da CCIPC – Câmara de Comércio e Indústria de Portugal – Camarões.
Entre cidadãos nascidos na República dos Camarões, e outros em Portugal, os fundadores foram os seguintes;
SERGE ESPOIR MATOMBA
JOÃO ALBERTO CORREIA
EDUARDO MANUEL DA SILVA LIMA
JOÃO DOS SANTOS ALVES
ANGE FLO
GUILHERME DA COSTA FERREIRA
ANA CLAUDIA FIGUEIREDO DE OLIVEIRA
ARTUR MANUEL BARROS DA CUNHA
VITOR MANUEL CANEDO NEVES
FRANCISCO DOS SANTOS ALVES
NADIR CASSAMO
LUÍS MANUEL DA SILVA SERTÓRIO OVIDIO
MARIA AMELIA SIMÕES RAMOS

Daqui nasceu os primeiros órgãos sociais que tem como missão principal iniciar este projecto associativo focado em construir e estabelecer uma ponte cultural, empresarial, comercial entre dois países, que na data não tem relação diplomática, mas tem já algumas relações que datam do século XV (1472) quando um navegador Português descobriu e baptizou o que hoje é conhecido como uma nação, seu nome República dos Camarões.

A Câmara de Comércio Indústria Portugal Camarões (CCIPC) foi constituída num Notário em Lisboa no dia 12 de Maior de 2017.

A CCIPC resulta da iniciativa de um conjunto de empresários, profissionais liberais e académicos, cidadãos nascidos na República dos Camarões e de Portugal que identificaram a oportunidade e sobretudo a necessidade de suprimir uma lacuna existente entre ambos países, nomeadamente de uma forma que sirva que a prazo seja construída uma ponte entre ambas culturas, ao nível empresarial e cultural, principalmente ao nível do comércio e da indústria.

Enquadramento

Ambos países dispões de necessidades e de forças que podem ser mutuamente trocadas, além disso existe uma história que não justifica a presente lacuna. Foram navegadores que alegadamente foram responsáveis pelo nome da República dos Camarões, logo do ponto de vista histórico já existem razões mais que suficientes para estabelecerem-se relações bilaterais.

Objectivos

A CCIPC tem por objecto o fomento e dinamização das relações económicas, comerciais e culturais, entre a República Portuguesa e a República dos Camarões e o entrosamento entre empresas e instituições dos dois países, numa base de interesse mútuo.

São objectivos os seguintes desígnios:

  1. a) fomento das relações bilaterais, nomeadamente com recurso à promoção de contactos entre entidades portuguesas e camaronesas;
  2. b) promover a divulgação de investimentos recíprocos entre Portugal e Camarões;
  3. c) Informação periódica sobre as atividades da Associação, bem como sobre os principais acontecimentos relativos ao intercâmbio económico, comercial e cultural de Portugal e dos Camarões;
  4. d) prestar serviço permanente e personalizado de informação e consultadoria aos vários agentes económicos em geral e, em especial, aos seus Associados;
  5. e) realizar conferências ou palestras destinadas a fomentar, nestes países, o conhecimento recíproco, e cada vez mais aprofundado, das possibilidades e recursos económico-sociais de cada um;

 

Orgãos sociais

Mesa da Assembleia Geral

Presidente – Serge Espoir

Vice Presidentes – Dr. Maria Amélia Ramos e Prof. Artur Cunha

Direcção

Presidente – Prof. João A. Correia

Vice-Presidentes – João dos Santos Alves, Ange Flore Mbelle, Ana Cláudia Oliveira, Guilherme Ferreira, Nadir Cassamo, Luis Ovídio.

Conselho Fiscal

Presidente – Dr. Eduardo Lima

Vice Presidentes – Prof. Victor Manuel Neves e Francisco dos Santos Alves

Conselho Estratégico

Presidente –

Vice Presidente –

Secretário

 

 

 

#portugalcameroon @ptcameroon @PortugalCameroon

/ Publicado em Noticias

Camarões, oficialmente a República dos Camarões ou ainda, por vezes, em português brasileiro República do Cameroun (em francês: République du Cameroun; em inglês: Republic of Cameroon), é um país da região ocidental da África Central. Faz fronteira com a Nigéria a oeste; Chade a nordeste; República Centro-Africana a leste; e Guiné Equatorial, Gabão e República do Congo, ao sul. O litoral dos Camarões encontra-se no Golfo do Biafra, parte do Golfo da Guiné e do Oceano Atlântico. O país é muitas vezes referida como “África em miniatura “, pela sua diversidade geológica e cultural. Recursos naturais incluem praias, desertos, montanhas, florestas tropicais e savanas. O ponto mais alto é o Monte Camarões no sudoeste, e as cidades mais populosas são Douala, a capital Iaundé (em francês, Yaoundé) e Garoua. Camarões é o lar de mais de 200 grupos linguísticos diferentes. O país é conhecido por seus estilos musicais nativos, especialmente makossa e bikutsi, e pela sua bem-sucedida seleção nacional de futebol. Francês e inglês são as línguas oficiais.

Os antigos habitantes do território incluem a civilização Sao em torno do Lago Chade e os caçadores-coletores Baka nas florestas tropicais do sudeste. Exploradores portugueses chegaram ao litoral no século XV e nomearam a área de Rio dos Camarões, que se tornou Cameroon em Inglês. Os soldados Fulani fundaram o Emirado Adamawa, no norte, durante o século XIX, e vários grupos étnicos do oeste e noroeste estabeleceram tribos poderosas e fondoms. Camarões foi elevado à categoria de colônia alemã em 1884 conhecido como “Kamerun” .

Após a Primeira Guerra Mundial, o território foi dividido entre a França e a Grã-Bretanha como mandatos da Liga das Nações. A Union des Populations du Cameroun (UPC) é um partido político que defendeu a independência, mas o partido foi proibido pela França em 1950. O país travou uma guerra contra as forças militantes franceses e da UPC até 1971. Em 1960, a parte dos Camarões administrada pelos franceses tornou-se independente como a República dos Camarões sob a presidência de Ahmadou Ahidjo. A parte sul dos Camarões Britânicos fundiu-se com o Camarões francês em 1961 para formar a República Federal dos Camarões. O país foi renomeado República Unida dos Camarões em 1972 e a República dos Camarões, em 1984.

Em comparação com outros países africanos, Camarões goza de estabilidade política e social relativamente alta. Isso permitiu o desenvolvimento da agricultura, estradas, ferrovias e grandes indústrias de petróleo e madeira. No entanto, um grande número de camaroneses vivem na pobreza como agricultores de subsistência. O poder está firmemente nas mãos do presidente autoritário a partir de 1982, Paul Biya, e do Movimento Democrático Popular dos Camarões. Os territórios anglófonos dos Camarões têm crescido cada vez mais alienado do governo, e os políticos daquelas regiões têm chamado para uma maior descentralização e mesmo a separação (por exemplo, o Conselho Nacional de Camarões do Sul) dos antigos territórios governados pelos britânicos.

TOP
EnglishFrançaisDeutschPortuguêsEspañol